terça-feira, 1 de outubro de 2013

Brasil tem 370 mil usuários regulares de crack em capitais.























Jovem consome crack no centro de Manaus
O crack e outras drogas a base de cocaína fumada são consumidos regularmente por 370.000 pessoas nas capitais do país e no Distrito Federal, sendo que a maior parte dos usuários se concentra na região Nordeste. E quase oito em cada dez usuários desejam um tratamento para o vício. Os números foram relevados por um grande estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira pelos ministérios da Justiça e da Saúde.
Apesar de 78,9% dos usuários de crack terem manifestado vontade de passar por um tratamento, a pesquisa mostrou que o acesso aos serviços atualmente disponíveis é baixo. Nos trinta dias anteriores à pesquisa, postos e centros de saúde foram procurados por apenas 20% dos usuários. De acordo com os pesquisadores da Fiocruz, esse fato reforça a necessidade de ampliação desses serviços e de “pontes”, como agentes de saúde e consultórios de rua, entre os locais onde ocorre o uso da droga e os pontos de atendimento.
Nas capitais, os usuários do crack representam 35% do total de consumidores de drogas ilícitas, com exceção da maconha. Apesar de comumente se pensar que a maior parte deles habita a região Sudeste do país, a pesquisa mostrou que 40% deles vivem na região Nordeste. De acordo com informações da Agência Brasil, para o secretário nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça, Vitore Maximiano, isso ocorre por causa do Índice de Desenvolvimento Humano mais baixo na região.

Perfil – As pessoas que fazem uso de crack no Brasil são principalmente homens (78,7%), não brancos (80%), com idade média de 30 anos e baixa escolaridade. Apenas 20% cursaram ou concluíram o ensino médio e 0,3%, o ensino superior. Crianças e adolescentes representam 14% dos usuários das capitais.
A renda da maior parte dos usuários (65%) vem de trabalhos esporádicos ou autônomos. Em comparação à população geral, a porcentagem de pessoas que utilizam o sexo como forma de obter dinheiro ou drogas é elevada: 7,5% contra 1%.
Cerca de metade dos entrevistados relevou já ter sido presa, sendo 41,6% no último ano. O principal motivo apontado foi o uso e porte de drogas, com 13,9%.


Divisão por sexo – O tempo médio de uso de crack nas capitais é de quase oito anos (91 meses), com estimativa de dezesseis pedras da droga por dia. Já nos demais municípios, esse período corresponde a aproximadamente 5 anos (59 meses), com consumo de onze pedras. Enquanto os homens tendem a consumir a droga por mais tempo (média de 83,9 meses, contra 72,8 das mulheres), elas consomem 21 pedras por dia e os homens, treze.
Cerca de 10% das mulheres usuárias de crack relataram estar grávidas no momento da pesquisa, e mais da metade disse já ter engravidado depois de começar a usar a droga. Além disso, 44,5% das entrevistadas já sofreram violência sexual. Nos homens, esse número é de 7%.
Levantamento – O estudo quantitativo, denominado Estimativa do Número de Usuários de Crack e/ou Similares nas Capitais do País, foi realizado com informações de 25.000 pessoas, ouvidas entre março e dezembro de 2012.
Junto com essa pesquisa, foi divulgado também nesta quinta-feira o Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil, realizado com 7.381 usuários de crack de 112 municípios de portes variados, entrevistados novembro de 2011 e junho de 2013.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mães autoritárias podem criar filhas com distúrbios alimentares.

Estudo mostra que mães autoritárias podem criar filhas com habilidades sociais limitadas e que sofrem de distúrbios alimentaresEstudo mostra que mães autoritárias podem criar filhas com habilidades sociais limitadas e que sofrem de distúrbios alimentares

Um estudo recente mostrou que mães autoritárias e dominadoras podem criar filhas com habilidades sociais limitadas e que sofrem de distúrbios alimentares. A pesquisa foi realizada pela Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, e publicada online em setembro de 2013 no "Communication Monographs". 
De acordo com o estudo, o relacionamento com a mãe está entre os principais fatores que definem o desenvolvimento da filha em relação a habilidades sociais. A interação com a mãe tem um papel mais forte do que a dinâmica familiar de forma geral.
Entre as famílias que participaram do estudo, ficou claro que, nos casos de mães dominadoras ou que faziam críticas desmedidas, a filha tendia a ter problemas para se relacionar.
Essa falta de habilidades sociais está associada a uma probabilidade maior de apresentar distúrbios alimentares, insatisfação com o próprio corpo, exagero na prática de exercícios com peso e, de forma geral, falta de autoestima.

Para realizar o estudo, pesquisadores levantaram informações sobre 286 famílias compostas por mãe, uma filha adulta (idade média de 21 anos) e um filho adulto.
Todos os filhos analisaram como era seu relacionamento com cada membro da família e somente as filhas mulheres fizeram uma autoavaliação e foram avaliadas pelas respectivas mães em relação à capacidade de estabelecer laços saudáveis com outras pessoas.
As filhas também se autoavaliaram em quesitos como autoestima, depressão, solidão, percepção do próprio corpo, dieta e preocupação com a alimentação. O resultado do estudo provou que relacionamentos tumultuados por mães dominadoras podem prejudicar o futuro das filhas.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Discurso Indireto: Avaliações externas x melhoria da Educação

Discurso Indireto: Avaliações externas x melhoria da Educação: A proximidade da Prova Brasil, aplicada entre os dias 7 e 18 de novembro em escolas de todo o país, me traz de volta a um tema já tratado n...

Avaliações externas x melhoria da Educação


A proximidade da Prova Brasil, aplicada entre os dias 7 e 18 de novembro em escolas de todo o país, me traz de volta a um tema já tratado nesta coluna, em Avaliação Não É Ameaça (agosto de 2008). O problema persiste e a advertência continua válida. Exames que devem orientar nossa Educação podem acabar contribuindo para glorificar algumas escolas e estigmatizar muitas outras, o que é um desserviço. Mas essa questão complexa não recomenda reações impensadas, como combater as avaliações. 

Exames gerais e estatísticas educacionais são dever de Estado e a política que estabeleceu isso é uma conquista das últimas décadas. Esse sistema de monitoramento da Educação Básica é essencial, mesmo resultando em manchetes que nos constrangem ao mostrar alunos chegando ainda não alfabetizados ao 6º ano ou ao 9º com a formação esperada no 5º. Pior seria, no entanto, não tomar conhecimento disso. Afinal, sem diagnóstico, não há tratamento. Em vez de punir a defasagem, é importante cuidar dela, como se faz em países onde avaliações periódicas são a rotina que orienta planos de metas revistos anualmente. De nada adianta lamentar os maus resultados sem buscar melhorá-los ou reduzir a formação dos estudantes à preparação para exames nacionais. É preciso refletir sobre como fazer melhor uso dos indicadores educacionais. Será que adestrar os alunos para provas, por mais importantes que elas sejam, pode constituir a razão de ser de uma escola? O que fazer para que as defasagens diagnosticadas orientem de fato a melhoria do ensino? 

Sem essa reflexão, corre-se o risco de distorcer o sentido das avaliações externas e agravar os problemas existentes. Por exemplo, quando se observa apenas o ranking, escolas que, por princípio, admitem sem restrições seus alunos ficam atrás de outras que selecionam as crianças na matrícula para não comprometer suas médias. Do mesmo modo, ao comparar o desempenho de escolas de clientela abastada com o daquelas em regiões mais pobres sem levar em conta os dois contextos, corre-se o risco de esquecer que estas, para suprirem suas carências, precisariam estar ainda mais bem equipadas que as primeiras. 

Entre as unidades bem classificadas há, naturalmente, exemplos de boas práticas educativas. Mas também há boas escolas fora do pelotão da frente, que ficam sujeitas à injustiça do “ranqueamento” e não recebem a devida atenção. Uma distorção desse tipo tem ocorrido em redes públicas que, para melhorar o atendimento, premiam professores de acordo com metas alcançadas. Conversei com a diretora de uma das escolas mais bem conceituadas de sua região. Ela viu despencar a pontuação da instituição depois de receber alunos de outra com pior desempenho que fechara. O problema fez com que a escola perdesse bons professores para um colégio privado e ficasse sem saber como recuperar a motivação para o trabalho. Diante disso, discutimos maneiras de apoiar os novos docentes e recuperar duas centenas de alunos. Outra decisão foi alertar a rede para aperfeiçoar seus critérios, de forma a levar em conta a situação enfrentada em cada unidade, apoiá-la em seus desafios e não puni-la. 

O exemplo mostra que quem lida com situações extremas ou atípicas deve ser respeitado e valorizado, e não criticado, e que o dever do Estado não se resume à avaliação. Começa com ela e, com base em resultados que identifiquem problemas, é preciso estimular uma revisão de metas para resolvê-los. Pode ser ilusório tentar eliminar a competição associada a uma política pública que verifica a qualidade das escolas, mas não podemos ficar reféns dela ou dos desvios decorrentes, sob o risco de deixarmos sem assistência os alunos das unidades escolares que mais precisam de ajuda.


(Luis Carlos de Menezes- Revista Nova Escola/Maio 2013)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Discurso Indireto: Regras de etiqueta no Facebook: fiquem atentos!

Discurso Indireto: Regras de etiqueta no Facebook: fiquem atentos!: Todos nós sabemos que existe uma questão de educação social que deve ser respeitada por todos nós cidadãos, tanto em nossa vida real, q...

Regras de etiqueta no Facebook: fiquem atentos!



Todos nós sabemos que existe uma questão de educação social que deve ser respeitada por todos nós cidadãos, tanto em nossa vida real, quanto em nossa vida virtual, é importante respeitarmos nossos amigos, colegas e aqueles que nos rodeiam. Uma pessoa bem educada por sua família refletirá isso em qualquer ambiente, inclusive por meio de palavras virtuais.
Algumas vezes podemos confundir nossas redes sociais com nossa vida real, no entanto, ambos são exatamente iguais. No Facebook, por exemplo, é um espaço em que você partilha e compartilha opiniões e questões com seus amigos, mas é importante lembrar que pode não ser nada legal – nem para você, nem para seu amigo – que ambos partilhem mensagens intimas demais para alguém, até parece que, às vezes, as pessoas esquecem que todo mundo pode ler o que estará escrito. Pense antes de postar alguma coisa. Muitos postam e depois mudam as configurações de privacidade, no entanto, esquecem-se de que o Feed de notícias mostra sua mensagem, mesmo sendo bloqueada posteriormente.
Eis, a seguir, algumas dicas de etiqueta que podem valer ouro no Facebook e outras redes sociais:
- Evite letras maiúsculas: na internet, letras maiúsculas significam gritar, tenha atenção ao Caps Lock;
- Evite palavrões: palavras ofensivas demais podem não ser bem-vistas por seus colegas e superiores, e podem que você seja uma pessoa que talvez você não seja. Lembre-se: uma palavra escrita, sempre permanecerá, mesmo que seja momentâneo para quem a escreve;
- Evite a politicagem: prefira opinar ou ter uma discussão saudável sobre algo polêmico. Discussões políticas só são bem-vistas em ambientes próprios a isso;
- Evite reclamar da vida: ninguém gosta de se aproximar de pessoas negativas, que só reclamam da vida. Pessoas rancorosas sempre ficam sozinhas;
- Evite muita sinceridade: dê sua opinião, mas tenha o bom-senso a seu favor. Ninguém gosta de receber críticas das quais tem plena ciência. Se quiser aconselhar ou opinar algo a alguém, faça-o pessoalmente, palavras podem ser mal interpretadas por quem a lê;
- Evite correções públicas: por mais que as pessoas tenham dificuldade ortográficas e gramaticas, evite corrigi-las publicamente. Lembre-se: você não é perfeito e pode cometer erros também;
- Evite discutir o gosto alheio: mesmo que não concorde com seu amigo, não precisa discordar e discutir com ele, apenas ignore, cada um pode gostar do que quiser, no entanto, não temos o direito de querer mudar a opinião alheia. Coisas pequenas podem tomar proporções inimagináveis;
- Evite achar que todos são iguais: não desmereça as postagens “bobas” dos seus amigos, lembre-se: nem todo mundo pode ter o mesmo tempo ou as mesmas ferramentas e disponibilidades que você na internet;
- Evite não colocar foto no perfil: ao entrar na rede social, aceite que você estará exposto e mostre-se – com bom-senso. Saiba que todos o visualizarão;
- Evite correntes virtuais se não tiver pleno conhecimento sobre: compartilhar imagens e histórias distorcidas sem saber sua real procedência pode não ser legal e gerar mal-estar por parte dos seus amigos;
- Interaja com as pessoas da mesma maneira que gostaria que interagissem com você!


E...o mais e essencial: jamais publique fotos com trajes íntimos.


A seguir, fragmentos de uma matéria vinculada na revista Época...
Fotos: Shutterstock


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Crack, a pedra da morte

Usuários de crack na região conhecida como
Usuários de crack na região conhecida como "Cracolândia", em São Paulo

Estamos em aguda e profunda crise urbana e social relacionada ao crack, essa droga avassaladora, aniquiladora e mortal que vem fazendo vítimas e mais vítimas diariamente em todo canto do nosso país. O crack traz a morte em vida do seu usuário, arruína a vida dos seus familiares, aumenta a criminalidade onde se instala, degrada e mata mais do que todas as outras drogas juntas.

De poder sobrenatural, o crack pode viciar o usuário já na sua primeira ou segunda experiência e o que vem depois é a tragédia certa. Crack e desgraça são indissociáveis e quase palavras sinônimas. Relatos dos seus usuários e familiares, fatos policias diários e opiniões de especialistas sobre os efeitos e as conseqüências nefastas da droga podem ser resumidos em três palavras tão básicas quanto contundentes: sofrimento, degradação e morte.
A composição química do crack é simplesmente horripilante e estarrecedora. A partir da pasta base das folhas da coca acrescentam-se outros produtos altamente nocivos a qualquer ser vivo, tais como: ácido sulfúrico, querosene ou solvente e a cal virgem, que ao serem processados e misturados se transformam numa pasta endurecida homogênea de cor branco caramelizada onde se concentra mais ou menos 50% de cocaína, ou seja, meio à meio cocaína com os outros produtos altamente nocivos citados. A droga é fumada pura, misturada num cigarro comum ou num cigarro de maconha que recebe a denominação de "bazuca".
A fumaça altamente tóxica do crack é rapidamente absorvida pela mucosa pulmonar excitando o sistema nervoso, causando inicialmente euforia e aumento de energia ao usuário, com isso advém a diminuição do sono e do apetite com a conseqüente perda de peso bastante rápida e expressiva. Logo os efeitos nefastos aparecem para os seus usuários, tais como: aceleração ou diminuição do ritmo cardíaco, dilação da pupila, elevação ou diminuição da pressão sanguínea, calafrios, náuseas, vômitos, convulsão, parada respiratória, coma ou parada cardíaca, infarto, doença hepática e pulmonar, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC). Além disso, para os fracos e debilitados usuários sobreviventes, ao longo do uso da droga, há perda dos seus dentes, pois o ácido sulfúrico que faz parte da composição química do produto assim trata de furar, corroer e destruir a sua dentição. O crack também causa a destruição dos neurônios e provoca a degeneração dos músculos do corpo do seu usuário, fenômeno esse conhecido na medicina como rabdomiólise, o que dá aquela aparência esquelética ao indivíduo com ossos da face salientes, pernas e braços finos e costelas aparentes.


O crack é tão perigoso que até o próprio traficante que tem consciência desse perigo, de tal droga não faz uso. Dificilmente e raramente um traficante usa o crack o que não ocorre com os outros tipos de drogas em que muitos deles também as utilizam em consumo próprio.
A disseminação do crack é constante e diariamente prende os menos avisados assim como uma teia de aranha para as suas presas, transformando as suas vítimas em verdadeiros mortos-vivos a perambular pelo submundo da sociedade.  A seguir o resultado de pesquisas de estudos da USP sobre a droga


o usuário de crack inala não apenas a cocaína, mas também uma substância derivada de sua pirólise, um éster denominado metilecgonidina (AEME). Essa substância provoca a morte de neurônios de um modo muito mais agressivo do que aquele observado quando o usuário cheira ou injeta a cocaína, como mostram estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP.
O crack é a mistura da pasta bruta de cocaína, bicarbonato de sódio e água." Quando o usuário aquece a pedra de crack, ele acaba por inalar não apenas a cocaína (um alcaloide) mas também a AEME, um éster. Por isso, os danos são muito maiores, pois o usuário sofre os efeitos tanto da cocaína como da AEME" , explica a professora Tania Marcourakis, do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da FCF, que é responsável por uma linha de pesquisa sobre o tema.Os pesquisadores realizaram estudos (in vitro) utilizando uma cultura primária de neurônios extraídos do hipocampo (região do encéfalo ligada à memória) de fetos de ratos. Os cientistas descobriram que nas amostras onde incubaram a AEME e a cocaína juntas, durante um período de 48 horas, houve pelo menos 50% mais mortes de neurônios, em comparação às amostras onde a cocaína e a AEME foram incubadas isoladamente na cultura primária de neurônios. Estes resultados indicam que o usuário de crack pode estar exposto a uma maior neurodegeneração em relação aos usuários de outras formas de uso da cocaína.
Este estudo foi realizado durante o mestrado do aluno Raphael Caio Tamborelli Garcia, " Efeitos neurodegenerativos da metilecgonidina e da cocaína em cultura celular primária de hipocampo" , apresentado em 2009 sob a orientação da professora Tania.
Atualmente, Garcia está cursando o doutorado nos Estados Unidos onde investiga os efeitos da AEME no cérebro de ratos. " A pesquisa tem o objetivo verificar se a AEME é apenas neurotóxica ou se também contribui para a dependência ao crack" , explica a professora.
Sabe-se que a fumaça que o usuário inala com a queima da pedra do crack é absorvida rapidamente pelo organismo, provocando, do mesmo modo, um efeito muito rápido. Então, quanto mais o usuário fuma, mais rápido é o efeito. E quanto mais ele fuma, mais ele quer fumar, e mais rápido se torna dependente da droga.
Segundo estudos realizados por especialistas na área, as dificuldades para o tratamento dos viciados em crack também são imensas, por isso, a grande preocupação das autoridades ligadas ao tema da intensa problemática. É preciso de extrema força de vontade do próprio viciado para poder se livrar desse malefício infernal.

A conscientização e o investimento em massa na área da educação e na prevenção, com aulas, palestras, seminários e um convívio mais profundo e dialogado no seio da sociedade especialmente entre pais e filhos, poderá livrar-nos dessa epidemia. Não podemos achar que a polícia ou a medicina resolverão os problemas, que, muitas vezes, se iniciam nos lares, escolas e outros lugares de convivência, principalmente dos jovens, mais expostos, por vários motivos, à atração do mundo das drogas.

No País do futebol precisamos sempre formar mais e mais competentes e excelentes atletas craques da bola, do esporte e não incompetentes e debilitados cracks desta droga satânica.